Vale muito a pena assistir aos vídeos de Patryk Kizny. Primeiro: em homenagem ao templo protestante de Zelisków, na Polônia, ele gravou takes muito bonitos e editou com a maestria com que é regida a trilha sonora, composta por Tomas Leonhardt. Com fotografia do próprio Patrik, mais Agnieszka Gonczarek e Robert Paluch, as filmagens foram feitas na capela que foi desenhada pelo arquiteto alemão Carl Langhans e construída entre 1796 e 1797. A produção devidamente finalizada e também o making of estão a seguir. Mais abaixo, publicamos outros dois vídeos produzidos pela equipe, com temática voltada para o inverno, e que igualmente geraram um resultado sensacional.
Retiramos essa informação do site Pequenas Empresas & Grandes Negócios, do Globo.com: em Luxemburgo, uma inovação em termos de aula de fotografia está chamando a atenção e atraindo muitos entusiastas. As aulas são ministradas em um trailler que foi transformado em uma câmara escura gigante e itinerante. O principal porquê da novidade é a possibilidade de discussão, entre estudantes e professores, dos efeitos de luz e reações químicas, além da produção e confecção de fotografias por meio de uma pequena câmera pinhole. Fora isso, conforme diz a notícia, os alunos aprendem a construir uma câmera.
Já foi Dresden, já foi Paris, já foi Budapeste. Agora, é a vez de Londres ser a cidade detentora da maior foto do mundo.
Oitenta mega-pixels e uma série de minutos a serem investidos em uma bela imagem, feita por Jeffrey Martin do alto do Centre Point, o maior prédio da região central da capital inglesa.
Para apreciar a fotografia e interagir com ela, clique aqui.
O alemão Florian Schulz é o fotógrafo ambiental do ano após fotografar um conglomerado gigantesco e surpreendente de arraias no litoral do México. O prêmio, que está em sua quarta edição, é concedido pela Chartered Institution of Water and Environmental Management (CIWEM). Mais de 4.500 imagens de fotógrafos de 97 países foram enviadas ao concurso.
Schulz explica como conseguiu fazer a foto campeã:
“Durante uma expedição aérea pela costa mexicana, eu me deparei com algo que nunca tinha visto antes. Nem mesmo o piloto do avião, que está acostumado a pilotar pela área pelos últimos 20 anos, havia visto algo parecido. Quando sobrevoávamos a área procurando por baleias, uma grande mancha negra no mar chamou nossa atenção.
Quando chegamos perto, descobrimos o que era: um grande conglomerado de arraias. O grupo era muito coeso e navegava na mesma direção. Eu pesquisei o que significava o fenômeno, mas ninguém foi capaz de explicar.
Após essa observação única, percebi que há muitas maravilhas dos oceanos que ainda precisamos entender. O nosso conhecimento dos mares é tão limitado que eu só esperamo que a gente consiga estudá-lo a tempo, antes que a poluição e a pesca excessiva coloque um fim aos fenômenos”.
O que acontece quando uma lente circa 1908 Wollensak 35mm F5.0 Cine-Velostigmat é acoplada ao corpo de uma Canon EOS 5D Mark II? Obtém-se belíssimas fotos! O resultado é simplesmente fantástico, numa enjambração um tanto quanto técnica e, talvez, ao melhor estilo professor Pardal, feita pelo fotógrafo Timur Civan e um amigo seu, russo, técnico em lentes, radicado em Nova York.
Segundo o Planet 5D, blog que noticia sempre sobre as câmeras da Canon, Timur disse o seguinte sobre o uso de suas imagens na internet: “de fato, são apenas testes. Estou prestes a fazer um projeto real de fotografia com isso”. Ok, então estamos no aguardo.
Traduzimos o pequeno depoimento que o fotógrafo concedeu ao cinema5d, comentando como chegou ao resultado e à idéia de acoplar uma lente de 102 anos em uma 5D.
“Sou um fotógrafo que em 90% do tempo uso minha 5D para fotografar*, profissionalmente ou não. Tenho um projeto fotográfico a caminho que precisa de um estilo mais vintage (antigo). Inicialmente, iria fotografar com filme de grande formato de 4×5, mas achei o equipamento e o processo com custos inacessíveis.
Um amigo meu russo, técnico em lentes, que adora mais do que qualquer coisa um equipamento ao melhor estilo Frankenstein, me ajudava a construir uma câmera 4×5. Depois que resolvemos abandonar isso, postergamos o projeto. Nesta manhã, ele me ligou para ir a sua loja em Nova York dizendo que tinha algo para mim… Ele encontrou uma caixa qualquer, que, escondida em meio à poeira, continha uma preciosidade: uma lente circa de 1908 (possivelmente mais antiga) 35mm.
Ainda funcionando, em sua maior parte feita de metal, e nem de perto com tanto pó ou fungo como alguém pudesse imaginar, visto que estava numa caixa por mais de cem anos. Esta lente é um pedaço da história da fotografia, e até o momento rara além das palavras. Disse a ele: “o que você está pensando?” Ele sorriu e disse (no mais forte sotaque russo que você possa imaginar): “posso fazer esta lente funcionar…”
Meu olho piscou e exatas seis horas depois ele havia finalizado. Meu técnico de lentes russo é um cientista louco que pegou algo que soou como um afiador para a lente para fazer a distância da flange e do espelho. O valor é incomensurável. É como um empréstimo. É a única do seu modelo em uma 5D… Ou qualquer outra digital.”
*Câmeras 5D também são muito utilizadas para gravar, então supomos que os outros 10% sejam utilizados para gravação de vídeos.
Um dia foi Paris, depois Dresden, depois Dubai. E apenas algumas semanas depois de Dubai orgulhar-se de ter servido de retrato para a maior fotografia do mundo, o recorde foi novamente batido. Agora, é a vez de Budapeste, na Hungria.
A imagem de 70 gigapixels e 360 graus foi feita com duas câmeras Sony A900, duas lentes Minolta de 400mm e dois teleconversores de 1.4X.
Programada, a câmera trabalhou durante dois dias para produzir uma belíssima fotografia que levou outros dois dias para gerar um arquivo de 200GB em uma impressão de 15 metros!
Clicando aqui, você pode ver, observar, girar, observar mais, ver de novo e aproveitar esta verdadeira obra.
Michael Wesely é um fotógrafo que, há anos, vem criando e aprimorando técnicas para fazer fotografias com longas exposições. São belas fotos, que ao longo dos anos foram despertando a atenção do mundo inteiro, inclusive do MOMA (o Museu de Arte Moderna de Nova York).
Em 2001, Michael foi convidado para usar a sua técnica e fazer uma foto que acompanhasse a reformulação da fachada do museu. O trabalho durou três anos, e o resultado ficou muito bonito, além de ser a fotografia com o maior tempo de exposição da história.
E esse não é o seu único trabalho. O fotógrafo se especializou em fotografar mudanças de prédios. Veja, acima, algumas de suas obras. E a primeira imagem é a mais longa, feita entre 2001 e 2004.
Dirigido por Kazuhiro Morikiyo, o curta Circle foi gravado com uma EOS 550D (Rebel T2i/Kiss X4 Digital) e nos mostra as capacidades da câmera em ambientes com pouca luminosidade.
É um filme singelo, sem grandes pretensões, mas que é ótimo para qualquer fotógrafo que tenha curiosidade para saber a qualidade do vídeo feito por essa câmera.
Enquanto gravava a Parada Gay 2010 de Madri, na Espanha, Agua – como se denomina no Vimeo – viu bem de perto o sensor de sua 5D ser destroçado. Como? Por um raio laser que bateu de frente em sua câmera.
E um sensor queimado, sabemos, torna-se irreversível, sem contar que o problema pode danificar a câmera para sempre. Nos comentários do post, inclusive, um outro usuário de 5D pergunta se deve correr o risco de gravar e fotografar em um clube cheio de scanners. Agua diz que embora pense que tenha tido muito azar, não arriscaria.
Também, depois de um exemplo desses, na prática, fica ruim de arriscar. Melhor não.
Acontece na cidade de Perpignan, na França, entre o final de agosto e o meio de setembro, o Visa Pour L’Image 2010, tradicional festival de fotojornalismo que este ano estará em sua 22ª edição.
Clicando no link acima (ali onde está escrito Visa Pour L’Image 2010), vale muito a pena entrar no site oficial e conferir o vídeo da home, sem contar o tour para dar uma boa olhada em obras de fotógrafos premiados nesta temporada, aqui.