Posts Tagged ‘fotografia social’

[SÉRIE] Fotografo Social: promova o seu trabalho

dezembro 11th, 2009

O Fotógrafo Social tem a obrigação de tirar belas fotos, sim. Isso é algo que independe do seu estilo e que deve ser a sua maior preocupação. Mas é preciso estar atento, também, em promover o seu trabalho? E como fazer isso de uma boa forma?

Obs: Apenas associados poderão ver todo o conteúdo no site. Quem não for, pode se associar clicando aqui, ou apenas poderá ver parte do texto e das imagens.

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Você pode fazer algo que agrade, e muito, aos noivos. Ao mesmo tempo que faça algo que promova o seu trabalho e permita que várias pessoas conheçam a sua fotografia.

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Para cada passo, é preciso planejamento. Se for para fazer, que seja bem feito.

Existem momentos que não podem faltar em um making of. Você sabe quais são eles?

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[iPHONE APP] Second Shootr para ajudar o fotógrafo de casamento a se organizar

dezembro 9th, 2009

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Hoje foi lançado o Second Shootr 1.0, uma ferramenta para iPhone. O seu objetivo é auxiliar o fotógrafo de casamento a se preparar para o trabalho.

O programa oferece diversas funções, como um perfil para cada casal, com telefone, email e endereço, com direito a localização automática através do Google Maps.

Permitindo que o fotógrafo crie listas de equipamentos, de tarefas e de convidados importantes (também incluindo suas informações de contato). Assim o profissional não perde ninguém importante e na hora de editar o livro tem uma lista de pessoas que não podem faltar.

Existe ainda uma ferramenta para que o fotógrafo crie um roteiro ilustrado das fotos que não podem ficar de fora, como a foto das alianças, do vestido, etc.

Existem ainda outras funções, que podem ser conhecidas no site secondshootr.com. Lá, estão todas as informações, com imagens textos e vídeo, mostrando as funcionalidades e usos desse app para iPhone e iPod Touch, que promete ajudar os fotógrafos de casamento, na organização de um dia de trabalho.

Aprenda mais sobre organização e fotografia de casamento, no portal ER Associados.

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[SÉRIE] O diário de um fotógrafo brasileiro na Europa

dezembro 2nd, 2009

Em um oferecimento de PhotoAlbum Universal, o ER Associados está disponibilizando uma de suas séries: O diário de um fotógrafo brasileiro na Europa.

O mundo está cada vez “menor”. Se você é fotógrafo, é bom estar preparado para fotografar fora do Brasil, pois isso não é mais tão raro assim. Por isso o portal de Fotografia Social ER Associados compilou os diários de viagem de Everton Rosa e sua equipe, que passou 10 dias na Europa, na Áustria, Espanha, Itália, fotografando um casamento, um Street Wedding e visitando a GraphiStudio.

Uma pequena parte dessas histórias está aqui, junto com o link para que você possa se organizar melhor na leitura e conhecer o diário da viagem.

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Uma feira, alguns trabalhos expostos, um portfólio bem apresentado, um súbito interesse de uma organizadora estrangeira de eventos e um contato que talvez gere mais convites e trabalhos frequentes para atuar na Europa. Isto mesmo, na Europa. Aos 35 anos, Everton Rosa, que há mais de duas décadas fotografa eventos sociais e casamentos, conseguiu seu primeiro contrato de trabalho no exterior, mais precisamente na Áustria, para onde embarcou dia 6 de julho.

O diário de um fotógrafo brasileiro na Europa – Parte 01

02

Onze horas depois – após um voo bastante traquilo, com turbulências leves – o fotógrafo Everton Rosa, o cinegrafista e editor Max Laux e o jornalista Guilherme Becker chegaram a Madrid. Na imigração, nenhum problema.

Leia: O diário de um fotógrafo brasileiro na Europa – Parte 02

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Everton, Max e Guilherme levantaram cedo, por volta das 7 horas, e partiram para conhecer Viena a pé. A intenção era, além de observar pontos turísticos e já registrar belas imagens, também definir alguns lugares onde os noivos do Street Wedding, no dia seguinte, poderiam ser fotografados.

Leia: O diário de um fotógrafo brasileiro na Europa – Parte 03

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Dia de Street Wedding. A equipe acordou cedo, tomou café da manhã e se preparou para rumar para o local onde se encontraria com o casal e faria um trajeto semelhante ao do turno anterior, desta vez com o auxílio do austríaco Michael Furka, 25 anos, natural de Viena. Ele estuda cinema e foi convidado a participar dos trabalhos como assistente de fotografia. Contou, empolgado, que esta seria uma de suas primeiras oportunidades de trabalhar na prática, uma vez que a universidade prioriza muito mais a teoria.

Leia: O diário de um fotógrafo brasileiro na Europa – Parte 04

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O cansaço é perceptível durante o café da manhã. Aliás, o café da manhã do hotel onde a equipe ficou hospedada, em Viena, é simples mas bastante saboroso, embora sem frutas.  Após o desjejum um pouco mais tardio – por volta das 10 horas -, eles partem para uma reunião para tratar dos detalhes do casamento real que acontecerá no sábado.

Leia: O diário de um fotógrafo brasileiro na Europa – Parte 05

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A equipe acordou por volta das 8 horas para arrumar os equipamentos que seriam utilizados durante todo o dia – embora boa parte deles já haviam sido organizados na noite anterior – e uma hora depois desceu para tomar café da manhã.

Leia: O diário de um fotógrafo brasileiro na Europa – Parte 06

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O único dia passível de pleno descanso durante a manhã, mas, ainda assim, destinado para um turismo que exigiu esforço para as pernas de Everton, Max e Guilherme, que, acompanhados por Michael, foram até o Palácio de Schönbrunn, o local mais visitado de Viena.

Leia: O diário de um fotógrafo brasileiro na Europa – Parte 07

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Veneza é uma bela cidade, e bem mais quente do que a equipe podia imaginar. Com a temperatura acima dos 32 graus, as gravações de material para DVDs e para o ER Associados.

Leia: O diário de um fotógrafo brasileiro na Europa – Parte 08

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É importante, quando um fotógrafo viaja profissionalmente, ter sempre os documentos a mão, e tudo muito “certinho”. Porque, como aconteceu com Everton Rosa e sua equipe, que encontrou uma barreira policial em Viena.

Leia: O diário de um fotógrafo brasileiro na Europa – Parte 09

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O fotógrafo e sua equipe voltam para casa, depois de 10 dias de trabalho e visitas pela Europa. Mas nem tudo foi tão fácil quanto o esperado, e o vôo teve que ser adiado.

Leia: O diário de um fotógrafo brasileiro na Europa – Parte 10

Essa matéria é um oferecimento:


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Casamentos e faniquitos

outubro 27th, 2009

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O casamento sempre foi e sempre será o maior mercado da fotografia social em todo o mundo. Por quê? Muito porque imprime bastante, isto é, coloca no papel o que o fotógrafo trabalhou e isso resulta em um livro, que, por sua vez, precisa ser impresso e encadernado.

Fotógrafos, designers e encadernadoras lucram enquanto os noivos ficam felizes e têm, em casa, em mãos, uma lembrança um tanto quanto original e única da celebração que marcou suas vidas para sempre. O casamento nunca deixará de ser um mercado aberto para fotógrafos, lembre-se.

Tanto que as mulheres estão cada vez mais inseridas no rol da fotografia social. Muito devido a sua reconhecida sensibilidade e capacidade de enxergar detalhes. Quarta, durante seminário promovido pela revista Fhox, em Porto Alegre, um dado curioso: nos Estados Unidos, a mãe de um fotógrafo se especializou em cuidar dos faniquitos (ou “chiliques”) da noiva.

Alguns meses antes (talvez três, pouco mais, pouco menos), a noiva fica tão “atacada” que começa a ter um chilique atrás do outro em virtude dos preparativos para o grande dia. A mãe do fotógrafo trada de cuidar dela, de acalmá-la e de deixá-la um pouco mais em paz consigo mesma. Outro mercado? Boa pergunta.

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Alguns números sobre a Fotografia Social no Brasil

outubro 23rd, 2009

numerosA estimativa é de que haja, apenas nos Estados Unidos, entre 150 e 200 mil Fotógrafos Sociais.

No Brasil, onde há por volta de três mil estúdios, o número fica em torno de 50 mil.

Na última Fotografar (feira de fotografia que ocorreu em abril de 2009, em São Paulo), mais da metade dos fotógrafos cadastrados eram mulheres. O número chegou aos 56%.

Entre o ensino fundamental e o superior, estima-se que o Brasil tenha mais ou menos 52 milhões de estudantes. E o que isso tem a ver com fotografia? Ora, é um mercado em aberto, uma oportunidade. Se pararmos para pensar na quantidade de formaturas que ocorrem anualmente em todos os níveis, não teríamos nenhuma dúvida em relação a isso.

Apenas o mercado de formaturas em nível superior, no Brasil, movimenta em torno de 5 bilhões de reais por ano para a fotografia, uma vez que 3,5 milhões de pessoas se formam todos os anos no país.

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